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HeroFics – Lost Canvas: A Vingança de Wyvern! – Parte 2

:: 11 minutos de leitura

Confira agora a parte final dessa história cheia de batalhas e muita emoção! Será que a vingança do espectro Radamanthys de Wyvern se concretizará?

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Olá galerinha, essa semana vamos continuar com a fanfic escrita por Solon Guedes (o Mugiwara-kun do chat), baseada no anime Saint Seiya: The Lost Canvas. Ele tem 14 anos e é da cidade de Salvador, na Bahia.

Confira a primeira parte aqui: 

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A VINGANÇA DE WYVERN

Capitulo 3 : O resgate chega para Athena!

Já haviam se passado dois dias desde o encontro, de Athena e Radamanthys e enquanto isso ocorria a recuperação de Tenma e Dohko no santuário onde Alone estava sendo o responsável. Porém um evento inesperado aconteceu: Tenma, que ainda não estava totalmente recuperado, acordou gritando por Athena com o corpo ainda fraco.

O mesmo começou a cuspir o sangue pela boca, mas não se mantinha sobre controle e continuava a gritar. Tenma estava cheio de arranhões e bandagens por todo o corpo ainda mancando e com outras dificuldades descia da cama de uma enfermaria improvisada do santuário procurando por Athena.

– Sasha!!!! Sasha!!!! Sasha!!!! Sashaaaaa !! – gritava o jovem Pégaso desesperado e ainda cuspindo um pouco de sangue que escorria pelo canto da boca.

Não demorou muito até que o seu melhor amigo, Alone aparecesse e viesse lhe dar suporte. Alone, muito preocupado, logo pega o braço de Tenma e o apoia em seu ombro, com um lenço que carregava sempre em seu bolso limpava o sangue que escorria no canto da boca do cavaleiro.

Tenma! Você não deveria estar aqui. Não percebe a gravidade de seus ferimentos? Você enfrentou uma grande batalha há duas semanas e está gravemente ferido! Já é muita sorte você estar vivo, então não force demais o seu corpo! – dizia Alone, extremamente preocupado com o amigo.

– Não enche Alone! Diga-me onde está a Sasha! Eu não consigo sentir a presença de seu cosmo no seu santuário, eu não consigo… Eu não consigo sentir o calor do seu cosmo. Diga-me, onde ela está? – perguntava Tenma, enquanto segurava com muita força a gola da camisa de Alone.

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Alone por um momento hesitou em falar, mas logo levou Tenma para uma rocha próxima para que o mesmo pudesse sentar e ouvir com calma as suas explicações. Após levar Tenma para uma rocha, Alone se distanciou alguns passos e se virou de costas para o amigo que demostrava um olhar desesperado por respostas.

– Sabe Tenma,…  já faz mais de duas semanas que a guerra acabou e a Sasha achou que todo o exército de Hades estava derrotado, porém um espectro sobreviveu e ele é Radamanthys. Este espectro se aproveitou da deficiência de forças do santuário para usar como seu último recurso vingança sobre Athena. No momento em que isso aconteceu, Dohko e você estavam inconscientes e a Sasha não estava com toda sua força recuperada ainda, o que tornou o trabalho do espectro mais fácil… – dizia Alone, que foi interrompido por Tenma.

– Desgraçado!!! Maldito Radamanthys! Ele acha que pode mexer com a Deusa Athena? Eu vou matá-lo! Diga-me Alone, para onde ele foi? – Perguntava o cavaleiro que começava a queimar o seu cosmo de tanta fúria.

– Eu não sei para onde ele foi Tenma e mesmo se soubesse eu não seria um tolo de lhe dizer isso agora! Eu também estou preocupado com a minha irmã, mas é nessas horas que precisamos usar a cabeça. Espere o senhor Dohko se recuperar e ambos irão buscar Athena, eu tenho uma ideia de onde ela possa estar – dizia Alone, na esperança de fazer com que seu amigo se acalmasse.

– Não seja idiota, Alone! Acha mesmo que posso ficar calmo assim? O mestre Dohko está com um sério ferimento, ele não irá acordar por pelo menos 3 semanas, quanto mais esperamos aqui menos tempo a Sasha vai ter! – Disse Tenma.

Tenma, faz parte do plano dele que você vá. Ele conhece a sua personalidade e sabe que jamais ficaria calmo com esta situação ele pretende lhe matar também e nessas condições suas chances contra um dos juízes são mínimas! – dizia Alone.

– Já chega Alone! Eu mesmo irei descobrir onde está a Sasha. Eu já tenho um palpite, a Catedral da Floresta, na Itália. Estou indo para lá agora mesmo, não tente me impedir ou terei de dar um jeito até mesmo em você, meu amigo – dizia Tenma, que saía correndo deixando Alone para trás.

Tenma foi em direção de onde estava a sua sagrada armadura de Pégaso, lá trocou suas roupas e pegou a armadura e logo partiu para a Itália. Seria um longo caminho, mas Tenma já havia ido lá algumas vezes em missão, devido a isso conhecia muito bem atalhos até o local.

Mais dois dias se passaram e Tenma já estava na entrada da Floresta da Morte. O mesmo, apesar de ter pegado atalhos enfrentou alguns perigos como animais selvagens que foram facilmente derrotados por seus meteoros. O cavaleiro, ao chegar à entrada da floresta, já estava ofegante devido ao cansaço e machucados da guerra, porém não parou, este possuía um forte coração e um espírito que não o faria desistir.

Sem hesitar, Tenma adentrou a Floresta. A primeira mudança de atmosfera foi um odor de seres vivos em decomposição, a floresta tinha o cheiro da morte. Tenma prosseguiu e em meio a sua rápida caminhada pode observar aves negras encima de árvores que não possuíam vida e emanavam uma energia totalmente negativa, as aves que estavam nas árvores possuíam características estranhas, pareciam já estarem mortas.

As mesmas aves atacaram Tenma durante a sua caminhada, mas logo o garoto queima um pouco o seu cosmo e espanta tais animais que foram capazes ainda de provocar alguns ferimentos no rosto do garoto.

Agora Tenma já estava na porta da Catedral. O mesmo parou e olhou para todo o monumento e logo invadiu o local que parecia não ter sofrido nenhum dano da Guerra Santa. Tenma corria pela Catedral olhando para os lados a procura de Athena, mas sem sucesso. Correndo mais um pouco, Tenma encontrou Radamanthys, que parecia o esperar no salão principal da Catedral.

– Eu sabia que você viria, Pégaso. Irei direto ao assunto eu irei matar você aqui e em seguida a sua deusa caída, e assim minha vingança estará completa. – dizia o juiz, que começava a elevar o seu cosmo.

– Seu desgraçado! É você que irá morrer aqui! – dizia Tenma, que abria a pandora de sua armadura. Neste momento um brilho forte ilumina todo o local, era a armadura sagrada de Pégaso que começava a vestir o corpo de Tenma.

A batalha havia começado. Ambos a armadura e a súrplice estavam seriamente danificadas. Enquanto os lutadores corriam um em direção ao outro, podiam-se ver pequenos pedaços de suas proteções caindo e se espalhando por todo o chão empoeirado da Catedral.

– Um cavaleiro de baixa categoria como você jamais me venceria! – Disse Radamanthys, insultando o Pégaso.

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Neste momento, Radamanthys já estava próximo ao cavaleiro e o mesmo resolve começar sua onda de ataques com um simples chute no joelho direito de Tenma, que perde o equilíbrio. Ainda com o mesmo fervor, Radamanthys com o seu cotovelo esquerdo acerta a nuca de Tenma, que se curva para frente. Aproveitando a posição em que o garoto se encontrava Radamanthys resolve chutar fortemente o abdômen de Tenma. Aqueles não eram chutes comuns, estavam envoltos do cosmo negro e agressivo do Meikai, que faziam naquele momento que o jovem cavaleiro cuspisse bastante sangue. Tenma cai de joelhos apoiando uma mão no chão e a outra sobre o abdômen, machucado pela potência dos chutes.

– Com essa armadura em pedaços você não passa de lixo, Pégaso! – Dizia Radamanthys olhando para Tenma, que demonstrava uma clara expressão de dor em seu rosto.

– Ca..Ca..Cale-se! Não subestime o poder de um cavaleiro! – Dizia Tenma enquanto se levantava com dificuldades.

Tenma com um pouco de dificuldade devido aos ferimentos de guerra somado aos chutes de Radamanthys logo se levanta. O mesmo limpa o sangue que escorria pela sua boca, e em sua mente só um nome ecoava "Sasha", aquele nome lhe dava poder. O garoto então eleva o seu cosmo enquanto desenhava a constelação de Pégaso que logo surgia em suas costas lhe dando poder. Naquele momento Tenma podia sentir o incrível universo. Tenma distancia um pouco suas pernas e então um brilho surge em sua mão direita, aquela mão agora continha o poder para esmagar as estrelas e então o mesmo com um forte grito lança o seu meteoro de Pégaso.

Pegasus RyuuseiKen (Meteoro de Pégaso). – Gritou o garoto que disparou seus meteoros contra o espectro.

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Tenma lança os seus meteoros contra Radamanthys, o juiz confiante nem se move e apenas cruza os braços na sabedoria de que aqueles ataques não o afetaria, mas a vontade de Tenma em querer salvar a sua amiga Sasha lhe transmitiu o poder necessário, e os golpes atingiram o espectro que foi facilmente arremessado contra uma estante de livros que se quebrou no mesmo momento.

Por um instante a poeira subiu no salão da Catedral e pareceu que Radamanthys iria permanecer ali, mas o espectro não havia recebido o titulo de juiz do submundo atoa e logo se levanta. Enquanto se levantava, parte da súrplice de Wyvern ficava para trás, as ombreiras que protegiam o espectro agora haviam se tornado mero lixo e além disso, sangue escorria da testa de Radamanthys e contornava todo o seu queixo, pingando na súrplice danificada.

– Maldito seja você, Pégaso! Parece que está guerra lhe deixou um pouco mais forte. Mas acha mesmo que seria derrotado com isso? Não haverá a mesma sorte na próxima. – disse o espectro.

Radamanthys logo se prepara para o seu próximo movimento, o mesmo olha para o chão onde havia caído há pouco tempo e observa alguns destroços da estante. O espectro pega os destroços e os arremessa contra Tenma com o intuito de distrair o cavaleiro. Os destroços estavam indo em direção a Tenma, mas o mesmo logo os destrói facilmente com alguns socos e chutes, porém, em meio os destroços que voavam estava Wyvern que rapidamente atacou Tenma com seu joelho, acertando o cavaleiro novamente no abdômen. O garoto cospe mais sangue ainda e é arremessado contra uma parede e logo caí no chão. O frágil teto da Catedral logo desaba e cai sobre o cavaleiro inconsciente e ali o mesmo permaneceu.

– Hum… Foi mais fácil do que pensei. Agora irei matar a sua deusa caída, Pégaso! – Dizia o juiz que já estava se retirando do local e indo até Athena.

Radamanthys andava com tranquilidade e indo em direção a Athena. O espectro sentia-se esplendidamente bem com parte de sua vingança completa. O mesmo continuava a caminhar, porém sempre colocava a mão sobre o peito que foi um dos locais onde os meteoros haviam acertado. Quando este já estava preste a pisar o primeiro degrau da escada que o levaria até à Athena, o juiz olha assustado para trás. Uma energia poderosa estava crescendo ali.

– Não…Não pode ser! Pégaso? – Se perguntava o juiz assustado.

Atrás de Radamanthys, levantando-se em meio há alguns destroços estava Tenma, que vestia uma armadura nova, totalmente diferente da que possuía antes. A armadura apresentava um brilho magnifico e até mesmo possuía asas, aquela era a Armadura Divina de Pégaso.

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– Acho bom estar preparado para o próximo ataque, Radamanthys!  Desta vez não será sorte. – disse o garoto que emanava uma aura totalmente diferente da de antes.

Caminhando lentamente, o garoto parou a dez passos do juiz. Tenma elevava o seu cosmo e atrás dele surgiam as imagens de Athena e Pégaso. Tenma então grita e lança seu ataque:

Pegasus Sui Sei Ken Kiseki (Cometa Big Bang de Pégaso). – gritou o garoto que lançava o seu mais poderoso ataque.

– Droga! Um ataque tão poderoso assim em um local como esse? Ele está louco? – dizia Radamanthys assustado, mas logo lança seu ataque também. – Gureitesuto Kōshon (Destruição Máxima).

Os dois ataques colidiram no salão principal da Catedral. Ambos eram extremamente poderosos e logo uma luz criada pelo embate domina toda a Catedral, que explode com tamanhos poderes. Com a Catedral destruída agora era possível identificar apenas Radamanthys que estava inconsciente no chão. Há poucos metros de onde Radamanthys estava saía Tenma em meio à poeira que foi criada devido à explosão.

Nos braços de Tenma estava Athena, ou como o cavaleiro costumava chama-la, Sasha. Tenma exausto cai de joelhos no chão úmido da floresta e a armadura divina o abandona. O mesmo, apesar de estar no chão continuava segurando a jovem deusa nos braços, que devido ao impacto começa a abrir os olhos lentamente, e a primeira coisa que consegue enxergar é o rosto de Tenma. Entendendo a situação a deusa diz:

– Eu sabia que viria, Tenma. Muito obrigado, agora eu, você e o Alone estaremos juntos novamente. – disse a garota, que voltava a dormir.

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Tenma, após ouvir o sincero agradecimento de sua amiga, desmaia e Sasha cai sobre o seu peito. Os dois ficaram ali por algumas horas. Cinco horas haviam se passado e Tenma e Sasha continuavam a dormir, quando Alone que havia seguido Tenma pouco depois do mesmo ter saído, chega ao local e resgata Athena e Tenma. E assim se seguiram os dias no santuário, Tenma, Alone e Sasha estavam mais uma vez juntos.

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