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J-Music ao Redor do Mundo

A Cidade Onde Apenas Eu Não Existo

:: 3 minutos de leitura

O poder da nostalgia dentro da música.

HarikenAutor(a)

Olá, pessoas, Hariken novamente trazendo mais um artigo para vocês. Eu queria aproveitar o último artigo da nossa querida redatora Titania para transformar esta semana na semana do Erased, mas claro que j-music não pode faltar, não é mesmo?

Bem, meu artigo não será sobre a sinopse do anime; se quiserem conhecê-lo melhor, recomendo irem ao artigo da Titania. Na verdade, meu artigo de hoje é sobre um sentimento sobre o qual hoje em dia falamos muito e que às vezes é um pouco exagerado, mas que nunca falha. Iremos falar sobre a nostalgia.


Eu sei, como considerar um anime de 2016 nostálgico? Na verdade, o ponto a que eu preciso chegar aqui é como esse anime se utiliza da nostalgia para um público-alvo, de nicho na verdade, mas também o quanto isso representa para aqueles que estão dentro desse nicho. Claro, quando eu falo sobre nicho, eu falo sobre os fãs da j-music.

Boku Dake ga Inai MachiRe:Re:

Bem, com certeza o maior motivo para me fazer assistir este anime na temporada em que ele foi ao ar (2016) foi o fato de termos uma das bandas mais populares dentro do mundo dos animes: o famoso e renomeado Asian Kung-Fu Generation. Mas, sinceramente, não foi simplesmente por ter uma música dessa excelentíssima banda, e sim, o fato de ser uma música de um álbum antigo (e não uma música atual assim como em todo anime que normalmente se utiliza de músicas recentes de bandas), lançado em 2004, chamado Sol-Fa e, coincidentemente, um dos álbuns que eu mais ouvi em meados de 2006…

2006

O ano é 2006. Para mim, todos os dias eram marcados pela ida à escola e um MP3 cheio de músicas japonesas, das bandas que eu mais me interessava eu sempre baixava os álbuns. E claro que com o Ajikan não podia ser diferente… sempre que podia escutava o “Sofá” e o Kimitsunagi Five M, com certeza uma época marcante por um simples ato de ouvir música…

Hariken

Vamos ao meu ponto: a escolha desta música que eu ouvia em 2006, o ambiente do anime se passar alternadamente entre 2006 e 1988, foi basicamente uma escolha genial para a abertura. Além de conseguir minha atenção para assistir o anime, trouxe uma certa nostalgia ao ano de 2006 e também uma sensação de viagem no tempo para mim, que é o tema principal da obra.

Acredito que, para muitos, possa apenas ter sido um “Olha, uma música do Asian Kung-Fu Generation nesse anime”, mas para mim foram todas essas emoções descritas e um pouco mais…

Considerações Finais

Minhas considerações finais vão ser especificamente para o final do anime, na verdade um final horrível que acabou tirando todo o hype que o anime teve e que não deu um final merecido à obra, diferente do live-action que foi incrivelmente uma das melhores adaptações para live-action que já existiram e que foi totalmente fiel ao mangá até o fim, mostrando cada ponto que deveria ser mostrado. Bem, com essa crítica irei encerrar meu artigo então. Até a próxima.

😒
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