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5 coisas que que nós aprendemos com a indústria dos games em 2014

:: 5 minutos de leitura

Fala galera! Todo mundo sabe que 2014 foi um ano meio sofrido na indústria de games e, graças a ele, nós (e eles) aprendemos muitas coisas, sejam boas ou ruins...

😒

5 coisas que que nós aprendemos com a indústria dos games em 2014

Como foi o seu 2014? O da indústria de jogos eletrônicos foi meio corrido e, mesmo sendo bem lucrativo para alguns, tiveram certas coisas que seria melhor esquecer.

Mas como o mundo é lembrar e seguir em frente, vamos listar algumas coisas que aprendemos com esse ano sobre video-games.

1. Ninguém gosta do Kinect

5 coisas que que nós aprendemos com a indústria dos games em 2014

"O problema não é exatamente 'gostar' dele, e sim o fato de ele ainda não ser necessário"

Sabem o Xbox One? O console da Microsoft teve um início péssimo graças ao seu anúncio no mínimo horrível e a seu preço ligeiramente maior (no exterior). Quando chegou ao mercado, ninguém sabia exatamente o que fazer com o Kinect, que vinha obrigatoriamente com o console, como resultado as vendas não subiam muito e o Playstation 4 passava na frente.

Logo depois a Microsoft teve uma ideia brilhante: apagar a obrigação que o console tinha de portar o Kinect da face da Terra, o que liberou mais processamento ao console, e diminuiu o preço do console.

Final da história: O Xbox One superou as vendas do PS4 pela sua primeira vez.

2. A realidade virtual não é mais um sonho, mas está longe de se tornar realidade

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"Ai, que delícia de coisa gigante na minha cara! Esse aparelho enorme aí é o futuro da realidade aumentada"

Uma empresa independente iniciou uma campanha no Kickstarter visando algo antes pouco imaginado: óculos de realidade virtual. Depois do Virtual Boy, a Oculus VR deveria ter muito cuidado com o seu projeto, o Oculus Rift. Depois de um tempo o Facebook comprou a Oculus VR, e eles se tornaram uma empresa de verdade, com tecnologia de sobra para fazer seu trabalho.

Logo depois, a Sony anunciou seu protótipo de brinquedinho, o Project Morpheus. Esse ainda nem deu as caras em algum lugar, então só nos resta esperar.

Mesmo que eles já estejam bastante funcionais (pelo menos os Rift), eles ainda não são aquilo tudo que imaginávamos, já que seu desenvolvimente começou ainda há pouco tempo e, a não ser que você queira fazer coisas suspeitas e bizarras com eles, não é uma boa ideia comprar um agora (se eles já estivessem à venda, claro).

Final da história: A realidade virtual ainda não começou, e você vai estar velho demais quando sair um Sword Art Online da vida.

3.Exagerar no hype dá mais dor de cabeça do que lucro

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"Watch Dogs foi afetado pela sua própria popularidade. Prometeu demais, e acabou sendo muito aquém do que deveria ter sido"

O que é hype? Hype é um efeito de massa causado pela expectativa geral sobre alguma coisa. Várias empresas hoje em dia utilizam do marketing para gerar o maior hype possível para seus produtos, assim fazendo eles venderem mais. E isso é uma coisa boa? Para as empresas, sim, mas para os consumidores é um tiro no pé na maioria das vezes.

Esse ano de 2014 mostra que o hype exagerado pode ser algo bem desgraçante, não só para mim ou para você, mas para todo mundo envolvido. O que você sentiria ao comprar uma máquina de lavar que lava 10 Kg de roupa, mas ela só consegue lavar 8 Kg? A diferença não é gritante, mas causa uma decepção aí, um sentimento de enganação (no pior dos casos até roubo). Não é exatamente assim que funciona com os jogos, funciona de um jeito pior.

Às vezes as empresas exageram na propagada dos jogos, e não lançam todo o prometido por aquilo tudo, sendo um produto bem inferior, e vindo com diversas falhas, como um downgrade gráfico e experiência precária (Watch Dogs), experiência cortada pela metade para piorar tudo com DLCs (Destiny), ou até mesmo passar a sensação de um jogo interminado, vindo repleto de bugs e outros tipos de falha(duvido você adivinhar de quem eu tô falando). Eles se preocuparam mais em vender um produto do que entregar algo que cumprisse a proposta, e isso foi um grande descaso com o consumidor.

Final da história: Cautela nunca é demais nesses casos, pois quando a esmola é muita, o santo desconfia.

4. PCs SÃO uma plataforma de jogos

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"Final Fantsy XIII não é o melhor jogo pra se usar de exemplo, mas ele está tentando conquistar espaço nos computadores, mesmo com vários tropeços"

Esse ano as empresas recuperaram a confiança que tinham em lançar jogos para PC, e estão sendo anunciados cada vez mais produtos na Steam, principalmemte orientais, que não tem essa preferência.

Anteriormente, as produtoras tinham medo de lançar jogos para PC devido a pirataria gigante em “certos países”, Mas com a redução da mesma e vários outros fatores, estão recuperando a confiança nos computadores como plataforma de jogos segura. Não que não fosse comum saírem jogos para PC, mas dessa ves começaram a se importar com os jogos que lançam pra ela, tanto que Naruto Shippuuden: Ultimate Ninja Storm 4 está tendo a sua versão para PC sendo produzida primeiro, para passar para os consoles depois. 

Final da história: Eu vou poder jogar One Piece Pirate Warriors 3 no PC!

5. A nova geração só vai começar em 2015

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"The Witcher 3 promete ser um jogo incrível, ou seja, ele tem uma grande responsabilidade"

Depois de tantos anúncios e de tantos fracassos, como os citados no tópico 3, vários jogos que deveriam ser lançados esse ano foram adiados para o ano que vem. Pelo menos algumas pessoas se tocaram de que é necessário um pouco mais de tempo para polir um jogo para essa nova geração.

E não são poucos: Batman Arkham Knight, The Withcer 3 (que já foi adiado 3 vezes) são só grandes exemplos! Além disso, vários  jogos de peso vão sair depois do ano que vem também. Parece que a nova geração vai demorar mais um pouco para demonstrar seu potencial.

Final da história: Compre um PS4 Ou um XOne apenas para ano que vem.

…..

Por enquanto é só, pessoas! Tem alguma coisa que eu esqueci de comentar aí? Coloquem nos comentários. E, caso algo dito acima ofenda algum fã, lembre-se de levar na brincadeira.

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