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Análise final de Guilty Crown

:: 5 minutos de leitura

Final um tanto esperado, porém triste!

Análise final de Guilty Crown
 

Voltando aqui para, mais uma vez falar de Giruti Kuraun (Guilty Crown ギルチイクラウン), que teve seu ultimo capítulo em 22 de março. Digamos que este foi um final "esperado" e um tanto triste, já que, Inori morre para salvar Shu e o mundo.
 

Relembrando: Guilty Crown produzido pelo estúdio Production I.G e exibido pelos canais Fuji TV noitaminA, foi ao ar em Outubro de 2011, anime de ficção científica, pincelado com muita ação e fantasia. Foi adaptado para o mangá em Novembro de 2011 pela editora Shōnen Gangan. Uma visual novel spin-off chamado temporariamente por Guilty Crown: Natal perdido está sendo desenvolvido pela Nitroplus.
 

A história se passa em 2039 e gira em torno de Shu Ouma, um garoto que adquiriu uma habilidade chamada "poder dos reis", que o permite "extrair" ferramentas ou armas a partir de outras pessoas. Logo nos primeiros capítulos ele se junta ao grupo de oposição chamado "Undertaker" (funerária), com o objetivo de restaurar a independência do Japão de uma organização internacional conhecida como GHQ.
 

Análise final de Guilty Crown
 

Digamos que ele era o fã n°1 do grupo ou banda EGOIST, da qual Inori era vocalista. Ele acaba se apaixonando pela mesma, que supostamente (na cabeça dele), era "namorada" de Gai, e parecia não ter o mínimo interesse nele. A mando de Gai, Shu extrai os Voids de seus colegas para lutar contra o GHQ. Porém, com a "morte" de seu "líder" e a nova liberação do vírus do Apocalipse, Shu acaba tomando a frente de sua escola onde os alunos se refugiaram logo quando o setor 7 (se não me engano), foi fechado e eles ficaram presos.
 

É ai que começa a fase sombria do anime. A classificação de Voids, que a principio não agradava muito Shu. Então ele acaba se "fechando" e tornando-se um "rei" triste e melancólico, tudo isso por causa da tentativa de fuga de alguns colegas que ocasionou a morte de Hare (que na cabeça dele, era a única que acreditava que ele seria um rei bondozo). Logo após, eles conseguem escapar daquele setor fechado e é ai que Gai reaparece e corta seu braço, tirando seu poder de "rei" e acaba levando Inori consigo.
 

Mas não para por ai não! Haruka (sua suposta mãe) rouba uma injeção que mais tarde Shu injeta em seu corpo, mesmo sabendo que poderia morrer, e uma nova esperança surge! Ele extrai seu próprio Void que tem o poder de unir tudo e assumir seu peso, sua luz, escuridão, dor, tristeza e etc, além de reconstruir seu braço que havia sido cortado por Gai.
 

Então ele vai atrás de Inori, que infelizmente tem seu corpo quase todo "possuído" por Mana. Quando o processo de Mana assumir o corpo de Inori, a menina que foi feita para ser o corpo da Irmã mais velha (do mal) de Shu, uma lagrima escorre de seus olhos e uma flor de cristal surge, enquanto o cristal do Apocalipse toma conta de seu corpo e logo ela renasce como Mana.
 

Então Shu aparece e luta com Gai, que retira o Void de Mana (igual ao de Inori), enquanto Shu luta com os dos amigos. É quando ele se depara com aquela linda flor de cristal colorido e sente que é sua amada Inori, ela aparece para ele e assim o nosso "rei" retira o void da mesma e vence Gai.
 

  Análise final de Guilty Crown  
 

Quando Gai está morrendo ele mostra para Shu o mundo além do Apocalipse, um lugar cheio de cristal, a Utopia de Daath, onde eles voltam naquela capela onde tudo começou e abraça Mana, ainda pequena e então são cobertos de cristal e se quebram. Neste momento a cena volta para o lugar da luta onde Mana/Inori está morrendo com o câncer do apocalipse cobrindo seu corpo, Shu a abraça e levanta as mãos para o céu retirando todos os Voids dos outros, cobrindo-se com o vírus (Cristais. Nossa, como eu falo em cristais nesse texto).
 

Enfim, Shu reencontra Inori que lhe entrega uma "cama de gato" (aquelas linhas vermelhas que ela passou o anime todo brincando), e é quando ela desaparece levando consigo o vírus do Apocalipse e os cristais que estavam em volta de Shu se quebram deixando ele vivo. Passando-se algum tempo, ele se encontra com todos (eu não entendi muito bem, mas ele parece estar cego, já que anda com aquela guia/bengala), e mais tarde senta-se em uma praça e coloca um fone onde está tocando uma das músicas de Inori, e o anime acaba.
 

Opinião
 

Um bom final, porém triste e incompleto (ok, esperava que Inori ficasse viva e com Shu, felizes para sempre, que mal há nisso?), sim um final até que "descente", pois explicou quem começou com tudo isso, onde, quando e como. Foi um anime cheio de ação, drama, aventura, ficção cientifica, muita superação e lições de vida a cada episódio e ao contrário de alguns animes shounen, este teve romance.
 

Um anime que recomendo, que está na minha lista de favoritos (ou dos que me fizeram chorar mais de cinco vezes), e sei que, quando achar, lerei o mangá (quem sabe eles fazem um final alternativo onde Inori fica viva, né?).
 

Enfim, desculpe ter me excedido demais nesta matéria, mas em um anime como este, todo comentário é pouco (até queria escrever mais, mas me controlei). Espero que tenham gostado (espero que comentem), e até a próxima matéria!
 

Fiquem com a primeira abertura – My Dearest – Supercell
 


 

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