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JH Coberturas

Coluna: JH Coberturas

Proprietário: Redação J-Hero
Estilo: Especial
Última postagem: Sábado, 28 de Outubro de 2017 - 18:10h
Nº de Registros: 7
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Aqui você confere a divulgação e a coberturas dos mais variados eventos de Cultura Otaku que acontecem no Brasil, no Japão e no Mundo! Fique por dentro e saiba tudo o que rolou junto com a equipe da J-Hero!

Últimas postagens em JH Coberturas:

Pela 1ª no Brasil, meninas do Juice=Juice são atração em mais um SANA Fest

Data: Sábado, 28 de Outubro de 2017 - 18:10h Autor: Redação J-Hero comentários

juice=juice no Brasil

Dando prosseguimento à sequência de shows do Juice=Juice Around 2017 World Tour, as sete meninas da Juice=Juice prometem animar os fãs que estarão no SANA Fest Especial. Após se apresentar no Peru e no Chile, dia 12 e 14 de dezembro respectivamente, elas veem para o Brasil para dois shows com o ápice acontecendo na cidade de Fortaleza/CE.

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JH Cobertura: O universo otaku na Bienal Internacional do Livro Rio 2017

Data: Sexta-Feira, 15 de Setembro de 2017 - 15:31h Autor: Redação J-Hero comentários
JH Coberturas: O universo otaku na Bienal Internacional do Livro Rio 2017
(Apaixonado  pela personagem Arale, Lunei deixou por  alguns instantes seu lado jornalista. Foto: Eduardo Macedo) 
 
A 18ª edição da Bienal Internacional do Livro Rio rolou entre os dias 31 de agosto e 10 de setembro, no Riocentro. E dessa vez, a redação da Rádio J-Hero esteve presente, conferindo os estandes e participando de alguns dos eventos dedicados ao público nerd e fã de cultura Pop.
 
 
reportagem por Igor Lunei*
 
Morar no Rio de Janeiro é algo... Curioso. Quer dizer, a Cidade Maravilhosa é pauta frequente de novelas televisivas, filmes, eventos de conhecimento internacional e tudo mais. Entretanto, para quem é fã de tranqueiras nerds/geek/otakus etc., as reuniões voltadas para tal nicho são bem escassas. Ao menos, as de grande porte. Então, me é relativamente interessante o caminho que a Bienal do Livro acabou tomando de uns anos para cá. Essa edição de 2017, em especial, meio que coroou isso.
 
Representando a Rádio J-Hero, fui em três dias da feira e percebi algumas coisas não só no evento como um todo, mas na galera que o frequentou. Quer dizer, não é mais só um espaço para leitores casuais e entusiastas. A cultura nerd, geek e otaku, que eu citei ao começo, tomou uma proporção bem grande, com os espaços dedicados à tal fatia de público em grande evidência.
 
O estande da Panini era um dos mais vistosos do Pavilhão Verde, com centenas de produtos extremamente disputados pelos visitantes, com uma fila de entrada que fazia volta no local. Dentre eles, graphic novels, álbuns de figurinhas, HQs conceituadas da Marvel, da DC e, claro, todas as variedades de mangás publicadas por eles.
 
“Eu vim aqui no segundo dia atrás das cinco primeiras edições de Dragon Ball e a vendedora me disse, ontem mesmo, já tinham vendido todas a preço de capa”, me contou André Carlos, estudante de Jornalismo, no segundo fim de semana da feira.
 
A Comix Book Shop, que não tem sede aqui no Rio de Janeiro, também foi um dos locais mais disputados. Estive lá algumas vezes. A primeira, para dar uma olhada nos produtos, dar uma conferida nos preços (a edição Nº1 de Dragon Ball estava por R$99,90, mas a maioria das outras coisas estavam com preço de capa ou mais baratas). Depois, para adquirir a primeira edição da republicação de Dr. Slump (Akira Toriyama) e, no fim de semana seguinte, a one-shot Katsura-Akira (Masakazu Katsura, Akira Toriyama). Em todas as vezes, precisei enfrentar filas gigantes que se estendiam por todo o interior da loja, tamanho era o entusiasmo dos compradores lá dentro.
 
logo oficial da Bienal Rio 2017
 
 
Porém, uma outra coisa me chamou bastante atenção tomando como base o que vi e algumas entrevistas que fiz ali mesmo. Por incrível que pareça, à exceção do já citado Dragon Ball, com edições esgotando no primeiro dia, a grande maioria da galera estava preferindo títulos mais recentes, como o ótimo Boku No Hero Academia (JBC), The Seven Deadly Sins (JBC), que eu acho uma porcaria, mas o povo curte, e One Punch-Man (Panini), que nunca dei uma olhada, mas parece interessante. Os sei lá quantos diferentes produtos da Madoka (NewPOP) também foram citados, mas numa proporção menor.
 
O curioso disso é que a busca por coisas novas vai contra o que é comumente investido dentro do nicho otaku aqui no Brasil. O Anime Friends até que foi num caminho ligeiramente diferente esse ano, com algumas atrações mais contemporâneas, mas todos sabemos que é MUITO comum que organizadores quase sempre caiam naquilo de trazer dubladores das antigas, canais de TV obscuros optem por reprisar animes de décadas atrás ou quaisquer outras coisas que apelem para a nostalgia.
 
Honestamente, acho isso uma besteira, pois não dialoga com a renovação do público e apenas repete para a galera das antigas coisas que eles já consumiram. Talvez isso justifique, vá lá, a venda do AF e as mudanças que ocorrerão nele para atrair uma variedade maior de público? Poder ser.
 
Voltando pra Bienal, também rolaram algumas palestras, mesas e demais mini-eventos para o público nerd, geek, gamer e todas as outras variações possíveis nisso. De fato, existiu uma preocupação em pescar essa galera esse ano, com eles estreando o espaço Geek & Quadrinhos, onde rolaram gravações de podcasts, vídeos, worshops, dentre outros. Além disso, vários locais promoviam interações desse meio, com rodas de RPG, caricaturas, cosplayers e por aí vai.
 
Ao fim, cheguei na conclusão de que a Bienal, muito mais que apenas um evento para atrair leitores e contribuir para que o hábito de consumir publicações ganhe força aqui no Rio de Janeiro (e no Brasil como um todo), tem adquirido ares “CCXPeriencianos” ao incluir em sua programação atrativos para o público nerd. E eu só tenho a celebrar com isso. Fica aqui o desejo de que outros eventos de grande porte para nós surjam aqui no Rio. Para mim, foi muito proveitoso e mal posso esperar pelo 19ª edição.
 
JH Coberturas: O universo otaku na Bienal do Livro Rio 2017
(O espaço Geek & Quadrinhos foi uma das novidades dessa edição do evento. Foto: Igor Lunei)
 
 
Em números
 
A 18ª edição da Bienal Internacional do Livro Rio recebeu nos 11 dias de evento em torno de 680 mil visitantes, superando a estimativa inicial de 600 mil. Foram mais de 300 autores e convidados divididos em 360 horas de programação cultural e 190 sessões separadas entre os pavilhões. Dentre elas, a Arena #SemFiltro, espaço dedicado a debates de interesse entre os jovens e com curadoria de Rosane Svartman, foi uma das mais procuradas. Crescendo de 90 para 400 lugares de 2015 para 2017, tendo ocupação de 90% em todos as mesas ocorridas durante a Bienal.
 
Outro espaço de sucesso foi o Café Literário, organizado por Rodrigo Lacerda, com um aumento de 25% de público da 17ª edição para essa. Já o Geek & Quadrinhos, montado pela primeira vez e liderado po Affonso Solano, chamou a atenção de fãs da cultura Pop de todas as idades, em atividades como batalhas medievais, mesa de jogos e área de realidade aumentada, que permaneceram movimentadas ao longo de todo o evento.
 
A procura por atrações de cunho juvenil reflete o crescimento de tal público esse ano. Na última edição, 18% dos visitantes estavam numa faixa entre 15 e 19 anos, aumentando em 2017 para 33%. Em comparação, na Bienal de 2007, os mais jovens representavam uma fatia de 11% dos frequentadores. Já as crianças, tiveram uma área totalmente dedicada a elas, o EntreLetras, podendo ser inseridas no universo literário através de atividades lúdicas propostas por Daniela Chindler.
 
A organização declarou que a melhora do acesso ao Riocentro também contribuiu para o sucesso do evento, com 56% das pessoas utilizando transporte público para ir à Bienal. Em pesquisa, declararam que 14% dos presentes vieram de outros estados. Quanto ao número de exemplares comprados, é estimado que foram vendidos 6,6 livros por pessoa, com um gasto médio de R$25,18 – mantendo a média de 2015.
 
Também foi divulgado que a Bienal Internacional do Livro Rio, num geral, agradou aqueles que a visitaram. A nota dada pelo público subiu de 8,4 para 8,6, com 93% dos entrevistados dizendo que voltariam ao evento. 76% das pessoas já tinham ido em edições anteriores e 24% foram pela primeira vez.
 
Virtualmente, durante os onze dias de feira, sua página oficial no Facebook teve um crescimento de 17% em likes, com o alcance quase atingindo um milhão de pessoas. No Instagram, ao todo, foram quase 2,5 milhões de impressões na ferramenta stories.
 
“Estamos muito satisfeitos com os números da Bienal. Com o crescimento da programação, atingimos nosso objetivo de proporcionar uma experiência cultural para toda família. É muito bom ver o investimento de todas as editoras em estandes cada vez bonitos e com mais atrações para o visitante”, comentou Tatiana Zaccaro, diretora da Bienal, em comunicado oficial.
 
A vice-presidente do Sindicato Nacional de Editores de Livros (SNEL), Mariana Zahar, acredita que a Bienal tenha sido um ótimo termômetro para o mercado editorial. “Se tivemos uma queda em 2016 no mercado como um todo dos livros, 2017 já marca uma retomada e um respiro para as empresas. Certamente a Bienal contribui significativamente”, explicou.
 
 
CONFIRA MAIS EM NOSSA GALERIA DE IMAGENS
 
BIENAL DO LIVRO RIO 2017
 
 
 
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* Igor Lunei é jornalista especializado em Cultura Pop e está sempre destacanto temas como: animês, mangás, animesongs, J-pop e K-Pop. Para saber mais sobre seu trabalho acesse www.esquadraolunatico.com ou curta seus conteúdos nas redes socias atrfavés do Twitter ou do Facebook. Igor Lunei e o Esquadrão Lunático são parceiros da Rádio J-Hero.

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JH Cobertura: Versailles, no melhor estilo Versailles, mais uma vez no Brasil

Data: Segunda-Feira, 11 de Setembro de 2017 - 15:09h Autor: Redação J-Hero comentários
JH Coberturas: Versailles no melhor estilo Versailles mais uma vez no Brasil
(A imagem final de um grande espetáculo com a banda homenageando o Brasil. FOTO: @KamijoOfficial / Twitter)
 
 
reportagem por DJ Mao
 
 
E depois de seis anos do último show do Brasil, sucedido por uma pausa da banda para atividades paralelas dos membros, o Versailles -Philharmonic Quintet- retorna à America Latina para sua turnê de 10º aniversário, onde passaram pelo México, Chile, Argentina e, nesse último sábado, pelo Carioca Club em São Paulo, Brasil! E a turnê continua! Eles passarão ainda por Hong Kong, Taiwan e Canadá, onde encerram sua turnê mundial.
 
Na fila, fãs que haviam passado a noite na tentativa de grantir os melhores lugares em frente ao palco se concentravam, enquanto outros chegavam a cada minuto durante todo o dia. Duas filas eram separadas nas duas direções da calçada da casa de show, uma para ingressos VIP e Meet & Greet  e a outra para a pista comum e camarote.
 
Cabelos desfiados, cheios de spray e de todas as cores diferentes desfilavam pela pacata rua da zona sul, alguns vestindo-se exatamente como os membros da banda, dos mais variados video-clipes. Roupas dignas de verdadeiros aristocratas vitorianos. Mas o mais bonito de tudo foi de fato o clima amigável presente durante todo o tempo. Filas de show normalmente são marcadas por desavenças e discussões, por pessoas supostamente furando fila e coisas do tipo. Entretanto, nesse dia era de fato um encontro e reencontro, seja dos novos fãs ansiosos por seu primeiro show, ou dos fãs mais antigos que tiveram a oportunidade de se reencontrar e matar a saudade de seis anos atrás. Abraços, sorrisos e uma leve ansiedade pelas horas que passavam lentamente até às 19h30, horário de abertura da casa para o público geral.
 
JH Coberturas: Versailles no melhor estilo Versailles mais uma vez no Brasil
JH Coberuras: Versailles no melhor estilo Versailles mais uma vez no Brasil
(Muita animação e homenagens ao estilo Visual Key característico dos membros da Versailles)
 
 
 
Finalmente todos entraram e, depois de trinta minutos de espera, o anúncio de início do show e a música de introdução levaram todos à euforia. Aos gritos de “We are Versailles!”  - sons que quase tremiam a casa -, os membros um a um entraram no palco e se apresentaram sem emitir uma única palavra. E de fato, elas não eram necessárias naquele momento.
 
Durante todo o show, os fãs cantaram junto com o vocalista Kamijo em alto e bom japonês (mesmo que um pouco improvisado). Os membros agitavam, giravam e sorriam, interagiam entre si e até presentearam os fãs com o clássico fan-service. O vocalista relembrou (em inglês) da última turnê onde passaram pelo Brasil e agradeceu durante todo o show por estarmos todos de volta, seu sorriso que tomava o coração de todos presentes mostrava sua felicidade em estar novamente presente do público reconhecidamente mais caloroso do mundo. Isso ficou ainda mais claro quando anunciou que havia traduzido o primeiro trecho da música “Sympathia” para o português e que cantaria especialmente para nós.
 
Na despedida, ficaram vários minutos no palco interagindo e agradecendo aos fãs, jogaram as tão esperadas palhetas, baquetas e toalhas para o público que se amontoava tentando conseguir uma lembrança tão especial. E após uma foto de todos os membros com os fãs ao fundo e as duas bandeiras brasileiras estendidas, a banda se foi, deixando muito claro que gostariam de ficar ali por muito mais tempo.
 
E em nome de todos os fãs, deixo aqui meu mais síncero obrigado pela noite incrível. Voltem logo!
 
 
Setlist do show brasileiro foi: 
 
1 - Aristocrat's Symphony
2 - Shout & Bites
3 - Zombie
4 - Vampire
5 - After Cloudia
6 - Inheritance
7 - Lineage
8 - Philia
9 - Ascendead Master
10 - God Palace – Method of Inheritance - 
11 - Masquerade
12 - The Red Carpet Day
13 - Sympathia
14 - The Revenant Choir
 
JH Coberturas: Versailles no melhor estilo Versailles mais uma vez no Brasil
(Versailles levando o público brasileito à loucura. FOTO: @HIZAKIOfficial / Twitter)
 

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Confira a opinião da nossa equipe sobre o Anime Friends 2017

Data: Segunda-Feira, 17 de Julho de 2017 - 09:48h Autor: Redação J-Hero comentários

Confira a opinião da nossa equipe sobre o Anime Friends 2017

Olá heroes? Como estão? Espero que bem.

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